TOP 5: Terceiro dia SPFW Nº44

Olá pessoas, tudo bem?
Continuando com a série de posts que eu amo, vou mostrar os meus cinco looks preferidos de cada desfile do terceiro dia do SPFW Nº44. Confiram e me contem o que acharam nos comentários!

Giuliana Romanno (29/08)


Na coleção, Giuliana trocou sua rígida alfaiataria em tons escuros por construções leves e soltas em tons suaves. Compuseram a coleção peças como um trench coat sem mangas, vestidos de jacquard de seda com algodão com cavas gigantes nas laterais. Uma linha de peças esvoaçantes em estampa floral em lamé com efeito 80 e fendas, muitas fendas. Profundas e por todos os lados. Giuliana acertou na mistura dos tons lilás com metal em contraste com os tons naturais. Do rústico ao sobrenatural. Os acessórios de palha, como a maxi bolsa de juta, foram desenvolvidos pelas bordadeiras da ONG Casa do Rio Tupana, que receberá 100% da renda arrecadada com a venda das peças. O trabalho social importante transita junto com jacquards feitos sob medida na França e na Itália para a estilista e obras de arte da galeria. Tudo junto em perfeita sintonia. (JORGE GRIMBERG).

Vitorino Campos (29/08)


A coleção inteiramente branca – com detalhes em preto – foi desenvolvida em algodão, sarja, seda e crepe. As peças estavam à venda na loja durante a apresentação e as modelagens da coleção, disponíveis para download no site da marca. A inspiração para a coleção veio do álbum Araçá Azul, de Caetano Veloso. “Resolvi traduzir a liberdade que ele trouxe para o álbum e levar para o meu processo criativo”. No disco de Caetano, cada faixa foi feita de uma forma, sem uma linguagem musical específica. Essa prática, Vitorino imprimiu em sua coleção com peças que desconversam entre si, que vão desde alfaiataria oversized à vestidos futuristas, incluindo peças para homens e mulheres. (JORGE GRIMBERG)

Lenny Niemeyer (29/08)

Nos maiôs, um trabalho meticuloso de alta-costura com rolôtes, fios lycra costurados um a um no corpo das modelos que representam os traços das artistas, assim como as estampas geométricas que permearam todo o desfile.
 Lenny desfilou sua moda praia com botas nude, desenvolvidas para o desfile especialmente por Santa Lolla. Entre os destaques, vestido com inúmeras pontas, capas esvoaçantes, vestidos com fendas laterais em ambos os lados,  maiô com gola rolê e estampa que forma um mosaico geométrico, jumpsuit futurista e até um hoodie de seda. (JORGE GRIMBERG)

Vanessa Moe (29/08)
PatBo (29/08)


A coleção tem senso de humor e a conversa entre décadas, dos anos 20 aos 90, e entre o universo rústico e a alta costura acontecem na construção de cada peça. Tem linho com jacquard, palha com canutilho, estampas de cogumelos bordados a mão (com traço infantil), listras com transparências em saias balonê, rasteiras em palha, jaquetão jeans de capuz com bordados florais. “É um maximalismo em uma viagem ao passado que é atual”.  (JORGE GRIMBERG)

Two Denim (29/08)


LAB (29/08)

Tudo isso é traduzido no streetwear que a Lab vem fazendo, com camisetas, calças, jaquetas, casacos corta-vento, vestidos e peças oversized em materiais leves e esportivos, como o nylon, a malha e o moletinho. Estampas de pássaros, penas, logos e manuscritos aparecem de diversas formas. “Fizemos uma pesquisa de imagens gigante. Fiquei buscando pássaro por um tempão, fui até a casa do caralho!” (risos) E desses passarinhos também veio a cartela de cores, diluída especialmente em azuis. Logo mais o circuito se completa quando as roupas chegam ao e-commerce da Lab, a partir de setembro, com grade de tamanhos que vai até o tamanho 58. (CY)

Água de Coco por Liana Thomaz (29/08)


O Verão 18 da Água de Coco foi inspirado em Bali, na Indonésia, para onde a equipe viajou e ficou dez dias registrando detalhes para imersão, vivendo as experiências locais. Uma das coisas que mais chamou a atenção de Lianna Thomaz foi o verde exuberante da ilha, com suas folhagens típicas de paisagens tropicais, além do artesanato local. Por isso o desfile foi divido pelas estampas, evocando o cotidiano em Bali. No começo, tecidos naturais servem como base para o bloco de verde musgo com a estampa de folhagens, algo que já faz parte do universo da marca.
Depois, as cores mais quentes aparecem, como amarelo e laranja em estampas lisas aplicadas em tecidos como mousseline de seda, pensando nos primeiros momentos de um dia em Bali, quando o sol está nascendo. Essa, aliás, é uma vontade da marca de mostrar uma nova faceta. 
Os campos de arroz, por exemplo, com o print que surgiu a partir de uma pintura a óleo, além dos chapéus cônicos – típico dos colhedores –, feitos com faixas de couro trespassadas, que foram desenvolvidos por artesãos cearenses com exclusividade (ponto para os tops e hot-pants também construídos com couro trespassado, inspirados no mesmo princípio que dá vida aos chapéus). Ou a cidade Seminyak, região central da ilha com icônicas sombrinhas que inspiraram a estampa em roxo e dourado, evocando o por do sol visto por lá.
Florais e orquídeas não poderiam faltar, já que dizem muito sobre o universo Água de Coco. As orquídeas foram feitas com patches de neoprene, que foram estampados, aplicados e rebordados – destaque para a saia transparente, que balançava ritmicamente conforme o peso das orquídeas aplicadas na barra.

Então é isso. Espero que tenham gostado!
Beijos e até a próxima!
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